quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Ninguém, Absolutamente Ninguém.

Veja bem eu não vou te caluniar, eu não quero ser a causadora de seus pesadelos. Mas eu também não posso deixar de te amar. Eu sempre estive aqui, sempre estive bem aqui, e você nem se quer me olhou. Olhe para traz, e me diz o que você vê. Diga-me realmente o que você consegue vê. Porque eu vejo diferente. Eu vejo ali aquele vazio, a desesperança as falsas ideologias. Estou tentando suprir a falta que você me faz, dizendo a mim mesma que eu preciso sorrir para conseguir te ter ou ao menos ter a possibilidade de te reencontrar. Mas a verdade, a absoluta e única verdade, é que você não se importa. Você nunca se importou e isso não dói em você. Não! Isso dó em mim.
 E se você decidir olhar para traz, com os mesmos olhos em que eu costumo observar a fortaleza, você verá a frieza e todo vazio na expressão corporal daquelas pessoas. Elas te amam NACAIN, eu te amo. E isto não é mais uma história de amor, e eu não queremos que seja. Esta é apenas mais uma dor. Dor que tenho sentido a exatamente e contativamente á sete anos. Sim! Minha dor completa sete anos hoje e lhe digo mais. Tornou-se minha companheira.
 Eu não quero escandalizar, eu não vou te repugnar, não vou chorar mais por você. Mais pode ter a única e absoluta certeza. Ninguém, Ninguém vai te amar na mesma intensidade e perfeição em que eu te amei.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Delicadeza gentil.

Boa Noite, delicadeza. Ah, teus olhos verdes te condenam. São duas fontes de inestimadas esperanças que agora levo em meu coração. Quanta beleza física e interior coube a ti, sinto-me perdida com toda essa sua essência voraz. E fico contando ás horas, atravesso cidades para ir rápido ao seu encontro, e quando eu te encontro respiro mais aliviadamente, principalmente quando já me vejo em um satisfatório e mágico abraço. E eu achei que toda magia só se encontrava em histórias de magias destas infanto-juvenis das quais costumamos nos pegar sonhando pelos cantos, a procura daquela batida perfeita, do beijo perfeito da pessoa perfeita. E em saber que eu feri, mutilei meu próprio corpo cegamente achando que o fim seria o óbvio para destruir meu antigo amor, mas não, não. Eu encontrei você. E você me fez assim, sei lá, é uma espécie de feitiço, ou bruxaria, ou foi um cálice de amor?


Eu não sei o que acontece, mas acontece, e quando chega à hora de ir embora fico triste e passo a contar há horas cautelosamente novamente até que eu te reencontre.

Boa Noite,

 Passamos despercebidos olhando o horizonte, ou a noite escura e serena que quase não percebemos tua luz ali, estava no canto, mais estava lá, e eu certamente não perceberia se não fosse à ajuda do acaso!
É maravilhoso encontrar alguém que vai dizer: Parabéns e então em um cortejo você diz: Obrigada, e logo em seguida finaliza, com a boca entre aberta, quase que um envenenamento de encantamento: Disponha!
 Ás pessoas elas são magníficas, são especiais, são delicadas, elas são porcelanas, nem todas, mas algumas em especial. Assim como você que timidamente foi rascunhada a lápis, e contornada delicadamente com pincéis que não fizeram nenhuma diferença, porque sua beleza é de berço.
 Poder-lhe-ia passar todo o resta desta noite lhe escrevendo, escrevendo para você, mas isto basta porque palavras definitivamente não podem e não conseguem te descrever.

domingo, 25 de setembro de 2011

Incerteza

  

 Olá, Bom Dia, desespero! Percebi quase que logo, sua presença. Havia saído para ser feliz, no intuito de não voltar mais. Mas... Nem sempre as coisas dão certas, ainda mais se tratando de Amor.
Não vou ficar tão arrasada, ao ponto de me trancafiar em meu quarto como antes. Não vou me expor aos bares da cidade recitando meus melhores versos, segurando uma garrafa de tequila na mão. Não eu não vou me expor desta maneira mais. Tenho alguns planos em mente. Alguns como fugir por algum tempo, ou trocar de nome, a verdade é que já nem sei mais como vivo. Não sei o que tem sido minha inspiração, para desejar continuar respirar. Inspiração essa que me aborrece, me enlouquece.
 Tenho tantas escolhas, que é estranho eu não escolher nenhuma. O relógio aponta que são uma hora da manhã, e eu estou diante a esta tecnologia, escrevendo a podridão da minha alma, já que interfiro os versinhos de meu coração. I Failure. I Failure e estou perdida.
 Não adianta caminhar. Eu nunca gostei de recomeços, nunca foi de minha ideologia prosseguir com falsos desejos, e nunca foi de falsos desejos que consegui sobreviver. Estou morta por dentro, tudo dói, não sei se ainda sinto algo, ou se sou capaz de sentir. Quase duas da manhã e a garrafa de tequila já estão na metade. Escrevo pouco e bebo mais, assim vai adormecendo meus dedos, e evita que eu te fale que eu ainda te amo e gere mais coisas como você é minha vida, ou deixe-me te sentir mais uma vez. Não, agora é definitivo. Agarro a garrafa em minhas mãos, pego o agasalho, e vou às ruas perambularem e gritar por seu nome.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

É o poeta.

Muito choro, o poeta ele não se cansa, vai deitar tarde da noite atordoado com os remédios, e com a vida que não alcança de imediato. Eles pedem para que nós paremos, nós pedimos para que eles prossigam, e eles por resistência não consegue ver o que se passa dentro de nós. O que não te satisfaz em mim, pede-lhe que jogue aos espinhos, e o que lhe satistisfaz peço que tente compreender o que acabara de jogar aos espinhos. Em um convívio a dois, o chamado: relacionamento é preciso de AMOR, o sexo é a conseqüência prazerosa desse sentimento. Eu via você caminhar torto, e via seu olhar meio desvairado, via em você o que eu queria para mim. Dance comigo esta noite, até que o dia chegue, e quando chegar vai esquecer a dança de ontem e vamos cantar neste dia que já se iniciou. Vamos esquecer que  você está longe, que eu estou longe. Vamos esquecer que temos uma única chance, e fazer desse dia a nossa eternidade viva.

Amo-te.

Vamos nos adestrar.



O Maior absurdo de mim?
Vejamos bem, dores emocionais são bem cruéis e eu ás tenho, já lhe entrego de bandeja o meu maior absurdo, para que vejas que ás vezes o absurdo é muito comum com a época em que estamos vivendo.
Lembro-me que tudo que eu queria era brincar com minhas bonecas, logo me vi querendo um namorado logo desejou um  casamento, e logo me vi com a boneca em minhas mãos, uma boneca que agora tinha vida, e esta vida precisava de mim. Mas não foi bem assim que aconteceu, mas também eu não envelheci, então estou na metade do caminho, ou no começo? Ou no meio? Pois bem já nem sei onde parei no tempo, mas sei que meu coração ainda bate, quase que sufocadamente, por causa do absurdo de meus pensamentos.
O Meu maior desejo?
Recomece novamente, eu brincava de boneca, logo queria um namorado, logo queria casar-me e terminaria com a boneca viva em minhas mãos. Mas isso foi bem diferente. Brinquei o máximo possível com minha boneca sem vida, namorei, e nesta fase eu estou ainda namorando, mas agora sou eu que lhes pergunto, quando chega a hora de casar?
Obter respostas eu gosto muito, mas obter desejos não. Desejo dói, porque me assusta, dizem que eu quero logo, dizem que eu o quero rápido, dizem... Mas a verdade é que eu não sei se o que dizem é verdade.

 Cada inimigo em minha porta não encontra uma espada afiada, mas encontra sementes, para que eles possam plantar e desfrutar daquilo que plantou. Desejo aos meus amados verdadeiros amigos a minha audaciosa e mais seca rouquidão, porque eu os cativo assim, e isso leva a outros novos pensamentos de horrores sobre mim. Ninguém posso ser eu, mas pode aprender, a ser como eu. E eu aprendi a ser assim, me espelhando naqueles que já foram esquecidos pelos os novinhos, que é os velhinhos!