segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Te amo, NACAIN

Eu conheço estes teus olhos tão nitidamente quanto você. Sim, porque há anos venho reparando-os e os amando incondicionalmente com toda força absoluta que tenho em mim. Sua voz holocausto para meus ouvidos, e seus lábios saboroso mel que me alimenta.


Na noite de ontem estava a pensar, quem tanto te ama quanto eu? Estava frio, escuro e eu te esperando, esperando tão logo você voltar. Não é fácil NACAIN, não é fácil te amar. Logo espero tanto te você que o tanto que espero ainda não é o suficiente. Eu te amo sem meios termos, sem muito que dizer. Apenas: AMO-TE.

sábado, 17 de dezembro de 2011

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Aprendi a te amar, no olhar...


Hoje está um dia muito tenebroso, tudo está tão quieto, que o silêncio é o maior ruído que aparentemente eu escuto. Fico de prontidão na janela em busca de ofuscar alguma coisa, mas... Nada acontece! Isso chega a ser trágico. Dois dias depois estou na varanda enrolada a um lençol, ainda de trajes de dormir, vendo o sol nascer e bebericando um copo de café que há essas horas já está congelado.
Fico então a pensar em tudo que vira há dois dias, sim estou pensando em como as coisas acontece e em como é difícil perceber que elas realmente aconteceram. Fui dominando meu próprio vocabulário, foi apenas olhar pra lata de lixo, olhar para chuva, olhar para o céu, foi apenas num olhar que eu aprendi a te amar.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

VÁRIAS FORMAS DE SE FALAR


                                   

            Existem inúmeros preconceitos relativamente que se atribui aos diferentes modos de falar principalmente nas variedades lingüísticas de menor prestígio sendo identificadas como inferiores ou até mesmo erradas. Precisamos nos livrar metodoticamente falando nos livrarmos de alguns mitos como o ex.: que há uma maneira ‘certa’ de se falar. E é exatamente a partir deste ponto de que só existe uma língua a ser falado, um modo certo a ser dito, que começam há ocorrer o medo de elaboração de redações, principalmente as de vestibulares, e demais concursos onde a redação tenha um valor significativo tanto quanto a prova em ‘si’. Este preconceito, chegando ao acaso do descaso, há uma discriminação sobre as variadas formas de falar e de escrever sendo que cada região significada mente tem o seu próprio modo de falar, suas abreviações, e de certo estas diferenças foram enraizadas pelas gerações anteriores, e que as atuais continuam a repassa-ás para os demais. Então finalizando ao expor minha crítica e defender que não há na variedade lingüística um modo de falar, mas vários modos de se comunicar.
            Mas, entretanto o que prevalece, todavia na grade curricular de ensino/aprendizagem e na publicação de livros, revistas e jornais é a linguagem materna, ou seja, a norma-padrão. Os preconceitos embora vivam em um país democrático, e embora os grandes educadores digam que não há problemas nessas variedades formas de se comunicar, de se falar é exposto quando aplicado somente a permissão da publicação de artigos que estejam de acordo com a norma-padrão. Eles procuram exaurir todas as demais variedades, defendendo e proibindo ao mesmo tempo. Resumindo tudo não passa de pressupostos e calamidades.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uma Educação, Transformada.


   Em uma de minhas recentes pesquisa elaboradas em escolas de meu município, procurei a responder uma mesclarão de perguntas que fiz a mim mesma como futura pedagoga e me "colocando" a basear essas perguntas também como já pedagoga. O fato é que a escola ela é basicamente o que ás pessoas que nelas estudam e compõe o corpo administrativo é. E garanto-lhes que eu fiquei lisonjeada pela questão de benefícios e diversificação que há em uma escola. Quando era aluna via toda esta coisa de forma diferente, via de um ponto de vista crítico do qual ficava arrasa por sempre os coordenadores ficarem do lado dos professores. Hoje mudando de rota, de linha de pensamento e de posicionamento intelectual, vejo a crueldade e percebo o quanto os benefícios em estar do lado do professor o poupam de contaminar-se com a rotina de: "eu lhe aplico o conteúdo, lhe explico, e por meios adequados te avalio a prova e este é o teu futuro. A prova dirá quem você é, e o que você é, quanto estudou, e o que você estudou". Alguns educadores esqueceram-se de como é ser crianças, esqueceram-se que já passaram por isso e o jugos destes mesmos educadores ao corpo idocente atualmente é de: Rebeldes, preguiçosos, vegetantes, parasitas. Eu como recente ex-aluna de ensino médio e atual concursando no curso de Pedagogia, afirmo: Isto é uma Realidade que interfere nas Utopias que eu tenho para o meu futuro. Mas esta mesma interferência é o que me faz querer seguir. Minhas ideologias é o que eu sou, e é o que me fará fazer a diferença em sala de aula, pois acredito não na escola/estrutura, mas na escola/família. O aluno não sai de casa só para buscar conhecimento, ele quer e exige também: INSTRUÇÃO. 
 O maior desafio no século XXI é buscar resgatar o amor ao próximo, o respeito, a força de vontade de querer ter um futuro próspero, manter o interesse do aluno em sala de aula, perante tanta tecnologia que o mercado oferece e as escolas ainda não apresentam técnicas para que o aluno aplique á prática a realidade.

Visivelmente os problemas (internos e externos) que interferem/prejudicam o processo de ensino aprendizagem é caracterizada pela falta de respeito, falta de limites. Pois tendo um limite a criança consegue atingir a expectativa em sala aula colaborando então com o professor. Percebo então que o sistema educacional ele prioriza o quantitativo mais do que o qualificativo; por certas vezes não dá suporte aos educadores e os direitos dos alunos que são mais priorizados do que seus deveres.
Quem faz a educação acontecer, faz o mundo girar. Estamos todos em uma caixa, uma caixa que para ser aberta é preciso que nós tenhamos a dignidade em abri-la. A dignidade está nas mãos daqueles que transformam o mundo, não são tecnologias robóticas, mas aquele que sabe como ensinar uma criança a ler. Utopias não são carros voadores, mas educadores realizados.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Métodos






 Então dado o primeiro passo, inevitavelmente descobre-se que foi pela afetividade, pelo concreto. Não há na realidade caminho mais seguro senão esses. A criança ela vive a mercê de nossas mudanças de métodos para ensinar e aplicar ás avaliações, mas o que será que elas acham disso? Já perguntou há alguma criança como ela gostaria que fosse ensinado o conteúdo, você já pensou na hipótese de perguntar o que a criança aprendeu ao invés rompe-la no sentido que ela tem que saber ás vírgulas, e os pontos em que você explicou, porque elas se sentem talvez incompreendidas ou achem que o conteúdo é difícil? Já pensou em dar meia hora de sua aula para que ela possa estudar aquela matéria que ela mais gosta, despertando assim o desejo de estudar independentemente se é a tua matéria ou não, afinal o importante é fazer com que elas se sintam a vontade e queiram por si próprias aprender e buscar aprendizagem, e se acaso for a sua matéria, já pensou em ajudá-la em ficar a todo dispor, e pô-la para argumentar em sala de aula? Não?!
Disponha o que você pode ajudar, a criança ela precisa de você, precisa se sentir diferenciada, precisa compreender que você tem métodos diferentes, aliás mostre a ela que você tem métodos diferentes para ensinar, pois talvez você não perceba, mas ela pode estar passando por uma dificuldade onde  uma troca de exemplos já faça toda diferença, ajudando-á a compreender.

 O Educador tem vários meios de fazer com que a sala de aula, seja mais do que uma sala de aula. Afinal, não é a própria educação que fala tanto sobre as utopias? Não é essa mesma educação que fala das inovações a serem feitas, as ideias a serem expostas? Temos métodos, ar cevos bons, mas e então o que falta? Força de vontade? Profissionais capacitados, ou profissionais que queiram fazer a diferença em sala de aula para com os alunos, e não para com os professores da sala ao lado? Sim porque em meio ás buscas de querer melhorar a educação, há outra parte em busca de querer através disso subir no poder dentro da educação e são essas pessoas que interferem  ensino/aprendizagem se realizar de forma como sonhamos que ela se realize.
 Façamos então o seguinte: Refletir sobre os métodos, refletir sobre o elo entre docente e indocente e refletir sobre ás inovações das quais cada educador traz consigo e aplicarmos á nossa sala de aula, que não é apenas quatro paredes, mas... Um mundo onde nós teremos que instruir, e que cabe a nó o poder de moldá-los e aperfeiçoá-los.










Dedico á: Superintendência Regional Da Educação de Barra de São Francisco - ES.
Em Especial para: Shirleyd Baeta, Lala, Mônica, Danuzia, Neuza, Neury....