sábado, 5 de junho de 2010

A você que Tanto Amo!

        Eu disse Bom dia! Mais era tarde, quase meia noite, tudo em vão...
Sentimentos florescidos, humor exuberante, felicidade estampada, tudo um grande desperdício. Eu tinha certeza que daria tudo certo, certeza de que você me ouviria. Mais não foi assim que aconteceu, não foi como eu esperava. Nada foi como eu esperava.
       Talvez o pior não fosse exatamente o que aconteceu, a verdade é que eu não sei o que aconteceu. Alguém sabe o que aconteceu? Alguém pode me responder alimentar minha ignorância pelo que aconteceu? De fato estou sofrendo, estou morrendo, é eu estou morrendo.
       Quando foi que tudo começou? Tenho uma vaga lembrança, de uma tarde de sexta-feira, muito chuvosa! Mais eu não sei, ás lembranças não é muito claro... E isso é desesperador. Há certas horas que tudo que preciso é de um olhar, que me passe força, de uma mão que me dê segurança, de um abraço que seja consolador.
Tem certos dias que tudo que preciso é do seu olhar, da sua mão do seu abraço, de você. Tem certos momentos e expectativas que gostaria apenas de dizer-te: É minha essência, minha vida e por isso TE AMO.

2 comentários:

Ana Beatriz disse...

Linda.. Amei...Poetico, romantico...

Simplismente linda

os dias disse...

" Eu disse Bom dia! Mais era tarde, quase meia noite, tudo em vão..."
senti Clarise Lispector nessa, frase mesmo que simples a primeira vista, mas analisada, ja da aquele gas ao texto, que em si, é todo belo apessar de uma tragica ideia de apego, de nescessidade do "outro". Mas é um conflito interno, não é mesmo???

Fantastico, orgulho-me muito...